No Dia da Mulher, nossa engenheira civil fala de sua carreira e desafios

Em homenagem ao Dia da Mulher, conversamos com a nossa engenheira civil Chenya Sacramento sobre sua carreira em uma área ainda predominantemente masculina.

Sua história profissional reafirma a clara premissa: lugar de mulher é onde ela quer estar. Confira!

Uma decisão natural

Embora tenha havido um pouco de influência de seu pai, também engenheiro, o que mais pesou na sua decisão foi a paixão por números e assuntos de engenharia e arquitetura. “Escolhi a profissão ainda na escola, sempre apresentei características de liderança na minha vivência acadêmica e gostava de trabalhar com as pessoas”, conta Chenya.

As mesmas dificuldades

Durante a faculdade, Chenya encarou dificuldades como todo estudante de engenharia. No entanto, a dedicação e a certeza de estar na profissão certa serviram de motivação diária para chegar ao final e conquistar o tão sonhado diploma.

Respeito recíproco

Chenya diz não se preocupar muito com a questão de trabalhar em uma área ainda com maior presença de homens. “É muito gratificante edificar. Gosto de trabalhar na obra e a gestão de pessoas tem seus desafios independente de gênero”, diz Chenya que também ressalta: “busco novos conhecimentos e os aplico no dia a dia, respeito as pessoas que trabalham comigo e este respeito é recíproco”.

Sem prejulgamentos

Com onze anos de carreira, Chenya acredita muito na capacidade da mulher na engenharia, inclusive no canteiro de obra. “As mulheres vêm conquistando espaços até então ditos como masculinos e já se fazem presentes no dia a dia da obra e também em vários outros setores cuja a fama também é de ser uma área predominantemente masculina”, opina.

Chenya se diz privilegiada por ainda não ter sofrido com o preconceito de gênero. “Acredito que seja uma sensação muito ruim como qualquer outro tipo de preconceito. É uma responsabilidade de todos nós que vivemos em sociedade acreditar na capacidade e dar credibilidade as pessoas, independente do gênero, sem prejulgamentos”, conclui.

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